Caiu a máscara do político corrupto e ele foi, enfim, condenado.
Caiu a máscara do homofóbico e ele, enfim, viu, sinceramente, que estava errado.
Caiu a máscara do Pastor que, enfim, ele deveria trabalhar para a sua comunidade e não apenas para si.
Caiu a máscara do Presidente da República que, enfim, compreendeu que governar não é andar de moto e comer pão com leite condensado.
Caiu a máscara do amigo da onça que, enfim, entendeu que “amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração”.
Caiu a máscara do racista que, enfim, percebeu que a pele mais escura é apenas questão de pigmentação.
Caiu a máscara do pedófilo que, enfim, reconheceu que a criança é para amar e educar e não abusar.
E tem mais um monte para cair né?
Mas não foram essas máscaras que caíram e, sim, a única que não deveria, na minha singela opinião. Há pouco mais 20 dias foi abolida no Estado que nasci a máscara que protegia contra a Covid. Foi introduzida há cerca de 02 anos por motivos políticos, e, liberada, pelo mesmo motivo. Agora tá na consciência de cada um: um vírus só está controlado quando deixa de circular e não quando um político, visando ganhar eleitores pois o pleito está ai, decide.
“QUEM VÊ MÁSCARA, VÊ CORAÇÃO”.
